A Rainha Vermelha
Autora: Victoria Aveyard
Páginas: 424
Editora: Seguinte
Terminei ontem meu primeiro livro da Victoria Aveyard e adorei a narrativa fluida e em primeira pessoa, o cenário e a distopia que a autora criou para transmitir a história de Mare. A vontade de quem termina de ler "A Rainha Vermelha" é contar para o mundo a história e encher de spoiler quem ainda não leu. O livro tem muita traição, jogo de poder, um pouquinho de romance e muita ação! De fato é uma história de tirar o fôlego, onde um triângulo amoroso não chega nem perto de ser o primeiro plano da autora, o que me agradou ainda mais, pois sempre fui apesentada a livros que prometiam uma abordagem repleta de ação, mas no final acabavam sempre focando no romance.
A protagonista do livro é a Mare, uma vermelha. Para quem não tem ideia do que isso significa, segue:
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A distopia criada pela Victoria, retrata um mundo onde as pessoas são divididas pelo sangue, os prateados são a classe dominante - e o diferencial do livro - possuem poderes; são a nobreza da população e extremamente ricos. Já os vermelhos, são humanos comuns, vivem na extrema pobreza e destinados à servi-los de todas as formas possíveis sob um totalitarismo opressivo. A Mare está prestes a fazer 18 anos e ainda não possui qualquer tipo de trabalho, sobrevive apenas roubando dos outros, a vista disso, será recrutada para o exército do Rei assim como qualquer vermelho de 18 sem emprego. Em busca de uma forma de evitar o recrutamento e por consequência a guerra que teria de servir, Mare consegue um emprego no castelo e...
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A resenha é pequena e rasa, mas necessária, ela precisa ser assim, sem muita informação, para o leitor não perder as reviravoltas e mergulhar profundamente no enredo e sentir a angústia e os momentos de dúvida e tensão.
Para quem curtiu Jogos Vorazes, Divergente, Game Of Thrones ou para quem gosta de história antiutopia.

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