Me peguei pensando esses dias o tanto de gente que sente prazer em sofrer, e não só sofrer, mas gostar que os outros sofram com ela e por ela. Nunca entendi esse tipo pessoa que sente a necessidade de fazer os outros sentirem pena dela mesma, de precisar que alguém fique tentando colocá-la pra cima quando nem ela mais quer levantar, é muito drama pra pouco problema, um sofrimento desnecessário. Existem aqueles que veem o outro lado, ingênuos o suficiente ou até mesmo bons de mais que acreditam e vivenciam as dores dos outros, e ainda existem aqueles que não sentem dó nenhuma (e eu me encaixo nesse grupo) mas fingem sentir apenas para que os outros acreditem o quanto ele se ''importa'' (não me encaixo nesse grupo).
segunda-feira, 19 de março de 2012
dramas
Onde eu estou? Sou aquele tipo de pessoa que não sente pena, por achar um sentimento escrupuloso e inútil, não me preocupo com pessoas que não fazem nada pra si próprias e tento resolver o máximo de problemas sozinha. Fazer algo por você as vezes é mais difícil que fazer pelos outros, seja forte, não precise ter uma dezena de pessoas dizendo que você é, quando nem você mesmo acredita.
Postado por aline avila às 18:43
Marcadores: complexidade, indireta, pessoas
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