Eu sempre adiei em ver 500 dias com ela, sempre surgia uma coisa mais interessante pra fazer quando eu me sentava na esperança de poder assisti-lo. Mal sabia eu, que estava perdendo a chance de me entender. De entender tudo.
Se você gosta desses finais clássicos e previsíveis, você certamente vai achar o cúmulo. Mas o narrador avisa no começo da história, que esse filme não é uma história de amor. Descordo dele. Só porque acabou, não significa que não era amor. Quantos para sempre não passaram de minutos que mais pareciam a eternidade. Eu não quero 'um para sempre', eu não me importo com o tempo, eu só quero alguma coisa que não envolva destino ou coincidência, eu quero poder fazer escolhas e saber que nada já estava predestinado.
De uma formar ou de outra, eu aprendi que se não é pra dar certo, não vai dar e não vale a pena persistir no que já esta errado. Porque esquecer e mudar não é uma coisa que os outros fazem por você.
" Tom finalmente aprendeu que não existem milagres. Não existem coisas como o destino.
Nada esta destinado a ser. Ele sabia. Ele tinha certeza disso agora."
(500 dias com ela)

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