Olhares compostos, supostos e dispostos.
Não fale, observe.
Você consegue ver o quanto são azuis?
Volte e olhe novamente. Eu ainda não sei a cor deles. Vejo muito mais que cores, vejo essências.
Desdobre sua lingua e fale alguma coisa. Não fique só olhando, ache palavras, descreva-o, descreva aquele momento, descreva qualquer coisa, mas não fique só observando. Você não vai descobrir a cor deles. Pergunte.
Não precisei perguntar. Já sabia a resposta: eles eram os olhos mais doces e meigos, azuis como o céu ao amanhecer e brilhantes como enfeites de Natal.
Eu queria que eles fossem meus.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
compostos
Postado por aline avila às 10:59
Marcadores: amor, fantásia, liberte-se, literária
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